Na era do Covid-19, os caminhos da laranja

por Maria Aparecida Moraes Silva, socióloga rural, 16 de abril, 2020.

Durante este período de quarentena, imposto pela disseminação do coronavírus, tenho recebido em minha casa, produtos alimentícios advindos de supermercados, quitandas e empórios. Recebo tais produtos das mãos de entregadores. Ao higienizá-los antes do consumo, refleti sobre o caminho deles até a minha casa.

Vou tomar o exemplo da laranja. Quais são os caminhos percorridos por esta fruta? Antes de chegar à minha casa, ela estava numa banca de supermercado ou quitanda. Ali fora embalada pelas mãos de um empacotador. Antes, fora transportada por um caminhoneiro empregado por firmas de distribuição, que a recolheu em algum depósito, situado na região onde resido, uma cidade do interior do estado de São Paulo, não longe de muitas plantações de laranja. Antes da chegada ao depósito, esta fruta fora trazida também por caminhoneiro, que por sua vez, recolheu-a num pomar, após ser colhida por um trabalhador ou trabalhadora rural.

Para continuar lendo, visita a página Observatório do Trabalho István Mészáros (OTIM) em:

Os caminhos da laranja

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